2022 será um ano decisivo

Arquimedes Borges afirma que faz um exercício com os cidadãos da região que conversa: “pergunto a eles se lembram de quem elegeram há três anos. A maioria não lembra. E isso é um problema porque cai no esquecimento: a promessa não cumprida, as ações não efetivadas e por aí vai”, conta. Por isso, assegura: “estou esperançoso com 2022. Há grandes chances de as pessoas estarem mais atentas. E, por isso, mais comprometidas com o voto.”

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